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Terça-feira, Março 11, 2008
Sentimento fundo de água, com toda leveza do ar.
Três casas no mar e um quadrado místico a me completar. Sentimentos de água, sonhos de ar. Sonhos de ir, buscar. Ânsia de velas, águia branca me leva rasgando o céu. Anil de água do mar, brancura de achar. Até onde o etéreo chega, até onde pode se concretizar. Qual água há de passar, qual remédio sanar as quimeras...
Se tudo fosse risco, tudo fosse movimento... Quem sou eu nesse quadrado impreciso? Quem sou eu nessa vontade de falar com a água? Da pressa que escorre, da força do furacão em meu peito em busca da calma nó, azul expandido. No azul tinto de amarelo, florir? Que flor é essa que flexibiliza cartezianos?
posted by LIA COSTA MAMEDE |
Terça-feira, Março 11, 2008
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